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16 Fev
Posted on 16.02.2010 em Brasil, Cinema, Comportamento, Social Stuff 157 viewers Ok, este NÃO é o tão prometido post pocotó. Mas é necessário, eu juro. O assunto não é novidade para muitos. Apenas gostaria de dar minha opinião sobre – já que não encontrei tantas resenhas/críticas/opiniões colocadas dessa forma, a respeito. Quando vi o trailer, em 2009, fiquei ouriçada para ver o filme. Aquilo prometia. Como tantos outros já disseram, o cinema nacional anda(va) estereotipado demais: ou o filme falava de bandidos, ou da polícia, ou do crime, ou era mais um jeito da Globo aproveitar roteiros de novela descartados em comédias românticas e dar o que fazer para suas grandes estrelas no celeiro. Suspense, ficção, aventura… São coisas que não fazemos por aqui. E Besouro veio pra mudar isso. Qual o nerd brasuca que, ao se deparar com o trailer, não ficou ouriçado esperando um épico digno de O Tigre e o Dragão? 4 comments >>
11 Fev
Posted on 11.02.2010 em Brasil, Carreiras, Comportamento, Hein?, Social Stuff 179 viewers Estava eu por aqui, navegando no Buzz(inga), quando surge um post do magnífico Henrique Arake no melhor estilo “como lidar?”. E no fim do texto, uma questão muito, muito interessante, sobre a qual já tinha comentado no meu blog pessoal e maluco: devemos chamar advogado de Doutor? Eu, pessoalmente, não creio na premissa. Doutor pra mim é quem já tá no patamar Yoda dos estudos. E convenhamos que 5 anos de faculdade não te fazem Jedi – se fizessem, dear Anakin não se renderia tão facilmente para o lado Negro da Força. Mas por outro lado, se Anakin não tivesse seguido essa trilha, não seria o maior mestre Sith ever e nenhum de nós cresceria com seu tema exclusivo pulsando nas veias. Enfim! Péssima comparação! Fato é que não se pode ser doutor, exímio conhecedor e perito na arte (porque disciplinar É uma das artes mais belas, difíceis e desvalorizadas da Humanidade) de compreender, interpretar e argumentar a Lei. Já dizia Eugene Young, um dos meus ídolos de pedra da TV: the Law is my faith and my religion. O Doutor é isso; não o cara que decorou macete em cursinho pra ganhar a vermelhinha na OAB. Esse é o advogado. É diferente. Doutora é a excelentíssima Patty Hewes – aquela que MANDA Lord Vader desligar a Estrela da Morte, recusa a oferta irrecusável de Dom Corleone (e ainda faz contra-proposta) e incorpora a profissão de serial killer ao Judiciário para legalizar o Dexter. Você chama o Roberto Jefferson de Doutor? Ele é formado em Direito também. Mas um ser humano desse, merece? 1 comment >>
05 Fev
Posted on 05.02.2010 em Brasil, Carreiras, Comportamento, Dicas, Social Stuff 167 viewers Well, cá estou, devendo posts até o pescoço, certo? Pois é. Em meio ao caos do Sisu (aos que conseguiram, parabéns; e aos que tentam de novo em 2010, acompanhem os guias do blog e as últimas notícias via Twitter), trago um assunto leve e até engraçado – mas só pra quem está vendo. Queria postar isso há algum tempo, mas resolvi aproveitar o frisson do Dr. Sketchy que ocorreu por esses dias. Pra quem desenha, é comum ouvir aquele pedido especial dos amigos, geralmente acompanhados da carinha típica do gato de botas do Shrek: “faz um retrato meu?”. Os desenhistas misericordiosos até fazem. O resultado, porém, pode ser inusitado. Caricatura é uma coisa complicada. Há quem goste e quem odeie. Tem gente que leva como elogio; mas também temos os que movem processos – pois este retrato é uma calúnia! Mas… Fato é que caricaturas são super interessantes e todo mundo (ou quase) quer a sua. E que para dominar essa arte, é preciso muito talento, criatividade, senso de humor e estudo. Mas pra quem gosta de desenhar e não tem tempo para todos os cursos e exercícios necessários, produzir caricaturas pode ser o pandemônio. Sem base teórica, nem gari pode trabalhar – é, seu Boris Casoy, o gari fez a mesma escola que você e veja só, com essa do STF, ele também é jornalista! A diferença é que no trabalho investigativo do gari pelas ruas, ele precisa recolher coisas e pessoas como você. – e com os tutoriais meia boca powered by Google, o artista acaba restrito a determinados aspectos. E então… O que fazer? Como unir seu talento e criatividade às técnicas caricatas e se soltar cada vez mais? 4 comments >>
30 Jan
Posted on 30.01.2010 em Comportamento, Hein?, Up-close and personal 141 viewers Eu gosto desse tema. Falar a verdade, gosto DEMAIS dele e agradeço a Claudinha por arrumá-lo, e ao Rafael Tasca por dar esse banner pra mim. Mas há algum tempo, tenho essa vontade de mudar, fazer algo diferente com o blog no visual. Algo mais clean, mais fácil de ler (!!!!), mais calmo, leve… O povo ao redor mudando de tema como quem troca roupa não ajuda essa minha coceira, e os probleminhas com posts contendo imagens também não facilitam. Em determinado momento, desisti. Porque é complicado demais explicar como eu quero as coisas – e oi, ninguém ajuda acaçar porque convenhamos que não é fácil agradar meu eu blogueiro. Tenho um quê de Miranda Priestley nas veias digitais. Mas… Cá estou eu, olhando, olhando e olhando. E tá coçando. Quero mudar, mas isso implica em transformar radicalmente essa carinha do blog – e abandonar minha cor favorita, o vermelho (ganhei um banner de presente, mas quem deu esqueceu que eu AMO vermelho). Então, resolvi matar 2 coelhos numa cajadada só. Primeiro, quero ver quem lê mesmo este bloguinho from hell. Segundo, quero saber o que acham desse tema aqui. Não é a Globo, mas… Você decide. O que acham? Fico como estou, ou faço a blogoplastia (nome científico que acabei de inventar para cirurgia de mudança de tema do blog)?
É isso. Quem leu, comenta aqui embaixo. Peço que sejam minuciosos ao falar dos dois banners, de como vocês enxergam o blog agora e como imaginam o blog com essa outra cara. E claro, peço que escolham um dos dois. Alea jacta est… Ah sim. Quem quiser arriscar aqui também, à vontade. 9 comments >>
25 Jan
Posted on 25.01.2010 em Brasil, Comportamento, Dirty and Pop, Notícias
113 viewers E venho cá pagar mais uma dívida – devo um post desde sexta, não é? Pois é. Mas achei melhor esperar, pois este texto tem um significado muito maior hoje que em qualquer outra data. Aviso aos navegantes: óculos e paciência à mão. Post longo incoming. A terra da garoa sopra suas 456 velinhas. Há quem acredite que a cidade não tem muito a comemorar: estamos atolados em congestionamento, poluição, falhas infra-estruturais graves, violência, crescimento desordenado… Pergunta: qual cidade desse país NÃO vive esses dramas? Ou alguém acredita que criminosos lançando mísseis – ou qualquer que seja o armamento pesado em voga para a Criminalidade Maravilhosa – na polícia é sinônimo de harmonia? Alguém vê exemplo de organização e planejamento no crescimento do Maruim? O transporte público é perfeito em algum lugar do Brasil? Esse monte de enchente em Santa Catarina também não reflete falhas na infra-estrutura? Por que só nos outros lugares é calamidade, e em Sampa vira incompetência? Não adianta apontar pra São Paulo e ver estes defeitos como se fossem exclusivos daquela listada como uma das maiores metrópoles do mundo. Todas elas sofrem disso. O importante é ressaltar como contornar, ou até mesmo (eu sei, sonhador, romântico, quase Byronista de minha parte) resolver estas questões. No Rio, o Lula resolveu rapidinho: passou um Photoshop básico e mandou o vídeo pro COI. Oba, Olimpíadas. E aqui, como fica? No debate “A cultura salva São Paulo?”, ocorrido em 21 de janeiro, no MASP, Marcelo Tas, Ivam Cabral, Alexandre Youssef, Jorge Wilheim e Carlos Augusto Calil discutiram sobre determinado setor que acabou amenizando muitos problemas em Sampa: a cultura. Através dela, cada qual com seu nicho, eles conseguiram revitalizar muitos pontos da cidade antes considerados perdidos. 2 comments >>
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